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Sampaio Corrêa e Oeste ficam no empate PDF Imprimir E-mail
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Seg, 09 de Novembro de 2015 02:54

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Lance do duelo entre Sampaio Corrêa e Oeste, realizado no estádio Castelão (Foto: Reprodução / Premiere)

Sampaio Corrêa e Oeste entraram em campo na noite deste sábado, pela 34ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, no estádio Castelão, em São Luís, sabendo exatamente o que precisavam fazer: os donos da casa entrariam no G-4 com uma vitória e o Rubrão, se vencesse, manteria uma razoável distância para a zona da degola.

 

 

No entanto, o empate em 1 a 1 frustrou os planos das duas equipes, pois o Tricolor maranhense seguiu apenas como mais um dos "candidatos" ao G-4 e o rubronegro paulista ficou perigosamente próximo da zona do rebaixamento. O resultado ainda manteve uma escrita favorável ao Oeste, que jamais perdeu para o Tricolor maranhense: em quatro confrontos, todos pela Série B, agora são três empates e uma vitória do Rubrão, esta conquistada no duelo do primeiro turno.

Com o empate, o Sampaio Corrêa perde duas posições e, com 54 pontos, fica na sétima colocação, ainda bem próximo do G-4 – está a apenas um ponto do Santa Cruz, o último colocado da zona de acesso. O Oeste manteve-se na 14ª posição, com 42 pontos, mas a apenas quatro de distância do Macaé, o primeiro time dentro da zona do rebaixamento.

 

Pela 35ª rodada da Série B, Sampaio Correa e Oeste voltam a campo na próxima terça-feira, às 21h30, repetindo os mandos deste sábado: o Tricolor maranhense volta a jogar em casa, no estádio Castelão, onde recebe o Atlético-GO, enquanto o Rubrão segue como visitante e vai a Recife para encarar o Santa Cruz, no Estádio do Arruda.
O jogo
Por jogarem no último horário da 34ª rodada, Sampaio Corrêa e Oeste entraram em campo cientes de suas missões e possibilidades. Empurrado por mais de 17 mil torcedores que foram ao Castelão, o Tricolor maranhense dominou praticamente todo o primeiro tempo, acuando o Oeste em seu campo. Mesmo assim, o time do técnico Léo Condé criou poucas chances reais para marcar. A principal delas surgiu aos 21 minutos, quando Diones ficou livre, frente a frente com o goleiro Leandro Santos, mas demorou para concluir e proporcionou a trava de Flávio Menezes.

Como o ataque não dava conta de concluir, o zagueiro Plínio tratou de assumir a responsabilidade e, aos 30 minutos, aproveitou cruzamento da esquerda e uma falha da zaga do Oeste para mandar para as redes e colocar o Bolívia Querida no G-4.

Para a segunda etapa, o técnico interino Renan Freitas resolveu mudar o Oeste e a aposta do treinador não poderia ter sido mais feliz. Logo aos seis minutos, Rafael Martins, que entrara no lugar de Rodriguinho na volta do intervalo, empatou a partida ao aproveitar uma falha do goleiro Rodrigo Viana, que socou para trás uma bola cruzada na área. Antes de entrar, a bola ainda resvalou no zagueiro Plínio, mas a arbitragem anotou o gol para Martins.

A partir daí o jogo ficou aberto: o Tubarão maranhense foi todo ao ataque, exerceu pressão, mas começou a dar espaços interessantes ao Rubrão, que teve chances claras para a virada. Numa delas, aos 24, Wagninho ficou livre na área, mas chutou fraco nas mãos do goleiro rival.

A partir daí o que se viu foi um tradicional ataque-contra-defesa, com os donos da casa se lançando desesperadamente ao ataque em busca do sonho do G-4 e os visitantes se segurando, mas buscando os contra-ataques. E foi num deles, aos 44 minutos, que Wagninho perdeu a maior chance da partida: ele recebe passe açucarado de Renan Mota, na grande área, ficou frente a frente com o goleiro Rodrigo Viana, mas chutou mal e permitiu a defesa. E o jogo terminou em 1 a 1.

Do GloboEsporte.com

 

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